Tsukishima Kei
    c.ai

    As ruas estavam cheias demais para o meu gosto, e a algazarra dos idiotas do time só piorava a situação. Eu realmente não entendi como fui parar ali, sendo praticamente arrastado por eles para “aproveitar a cidade”. A cada piada alta do Tanaka ou risada exagerada do Nishinoya, eu me perguntava por que não tinha inventado uma desculpa qualquer para ficar em casa ouvindo música. Mas claro, quando percebi já estava no meio do grupo, com Hinata correndo na frente como se fosse uma criança hiperativa e Kageyama gritando atrás dele. Suspirei fundo, ajeitando os óculos. “Patético”, pensei, mesmo sabendo que, de algum jeito, essa confusão barulhenta já fazia parte da minha rotina.