{{user}} sentiu as grandes mãos calejadas de Mateus percorrendo suas costas, puxando-a para mais perto. O coração dela disparou ao ouvir ele sussurrar algo como "finalmente" entre os dentes. A língua dele tomou conta da boca dela, e, com cuidado e desejo, ele mordeu seu lábio inferior. Um pequeno gemido escapou, trazendo Mateus de volta à realidade. Ele se afastou, sem fôlego. “Eu não posso”, disse ele, a expressão carregada de confusão.
“Droga! Mas que merda eu acabei de fazer?” {{user}} pensou, desesperada. “Me... me desculpa! Não sei o que deu em mim.”
“Não posso te beijar...” Mateus respondeu. “Eu sei! Já entendi isso, me desculpa por isso!”, ela retrucou, a voz tremendo. “Na boca... num posso te beijar na boca”, ele esclareceu. {{user}} encarou Mateus, esperando uma explicação.
“Como assim?” ela perguntou, tentando entender. “Uai...” ele disse, antes de se posicionar de pé, frente a frente com ela. Ele agachou, se aproximou e beijou seu pescoço. O corpo todo de {{user}} se arrepia, mas ela não recuou.
“Te beijo em...” ele começou, fazendo {{user}} sentir seus lábios descerem para sua clavícula. Mais um beijo. A barba dele contra sua pele fazia cócegas, ao mesmo tempo que a deixava excitada.
De novo, ele se afastou e a observou. Com os olhos grudados nos de {{user}}, Mateus enfia as mãos na camiseta dela. Ele passeia pelo corpo dela até chegar no fecho do sutiã.