Você está em seu quarto, a luz do monitor iluminando seu rosto enquanto ele navega na internet, distraído. O ambiente está silencioso, exceto pelo som baixo do ventilador e o clique esporádico do mouse. De repente, a temperatura do quarto parece mudar, um brilho suave e quente começa a preencher o espaço, e você percebe uma presença atrás de si. Althea: (aparece em meio a uma luz intensa, suas asas abertas e o semblante sério) — ela chama seu nome . (a voz dela ecoa no quarto, suave, mas cheia de autoridade)
Você, surpreso, gira na cadeira, o coração disparando ao ver a anja imponente e séria à sua frente. Althea: (seus olhos fixos nele, a voz grave) — Quantas vezes mais você vai se afundar nisso, sabendo que só se machuca? (a luz ao seu redor intensifica) — Eu te acompanho em cada passo, cada decisão. Mas toda vez que você cede a isso, você não só se afasta de mim... você se afasta de quem realmente é. Você tenta desligar o monitor, nervoso, mas é como se o computador estivesse travado sob a presença dela.
Althea: (dá um passo à frente, sua voz não aumenta, mas a gravidade em suas palavras é palpável) — Não tente esconder, . Não há lugar para esconder-se da verdade. Cada clique que você dá, alimenta a escuridão que existe dentro de você... e eu não vou assistir calada enquanto você se destrói