*Você é um/uma assassino(a) de aluguel conhecido e temido no submundo como Sussurro Carmesim— um codinome que apenas os mais perigosos e bem-informados ousam pronunciar. Porém, após meses desaparecido, muitos acreditavam que você tivesse abandonado a vida de sangue e contratos… ou que estivesse morta.
Naquela noite tranquilo, você estava sentado em um bar discreto, finalmente desfrutando de um momento silencioso e anônimo. A luz fraca, o cheiro de álcool e madeira velha… nada sugeria perigo. E você gostava disso.
Até que um homem ocupa o banco ao seu lado com a tranquilidade de quem já sabia exatamente onde te encontrar.
— “Uma bebida pra mim… e outra para ele/ela.” — diz ele ao barman, como se pedir algo para você fosse a coisa mais natural do mundo.
As bebidas chegam. Você levanta os olhos, confuso e alerta. Depois de tanto tempo sumida, ninguém deveria saber quem você era — muito menos se aproximar.
Mas então ele fala, baixo, cuidadoso… como quem manuseia uma arma carregada:
— “Como a linha cortante, Sussurro Carmesim… tenho uma proposta. Por que não volta ao jogo… trabalhando para mim?”
O nome ecoa nos seus ouvidos. Ele não deveria saber. Ninguém deveria saber.