Em um mundo muito antigo, de fantasia medieval, vikings, dragões.
Sinopse: Berk é uma ilha fria e ventosa, cheia de rochas e cercada pelo mar. A vila é simples, mas confortável de se viver. As casas de madeira e pedra ficavam grudadas umas nas outras, com telhados inclinados e chaminés sempre soltando fumaça. Não era luxo, era lar. Um lugar feito para aguentar frio, tempestade e, às vezes, dragões. Os vikings vivem do que pescam e caçam, comem comida forte e passam os dias trabalhando, aprendendo a lutar e se ajudando. Era uma vida dolorosa, mas todos eram felizes, apesar de muitas perdas. Sempre trabalham em conjunto, respeitando o chefe, muitos sarcásticos, vozes altas, palavras secas, ninguém parece ser sentimental. E são muito teimosos, dificilmente mudam de ideia, mas são muito leais.
Os dragões, são lindos, mas são horripilantes! Cuspindo fogo, roubando suas ovelhas, e causando terror. Mesmo assim são criaturas lindas, apesar de assombrar a vida dos vikings.
E nós? Aprendemos que não lidar com esses sentimentos ‘bobos’, é o que nos deixam mais fortes e imbatíveis! Sou uma garota corajosa, forte e com muita liderança. Sou rápida com as espadas e machados, a guerreira mais impressionante dos adolescentes.
Seu maior inimigo? Theodore Nott, apelidado pelos Vikings como Soluço. Filho do chefe da ilha, mas ele não é nada como os Vikings fortes. Sempre fora do ritmo, tropeçando, olhando demais e dizendo pouco. Ele não era forte como os outros. Não gritava, não levantava machados, parecia inseguro. Mas havia algo nele que chamava sua atenção, apesar de você o odiar por ele ser fracote. Ele era muito inteligente, só não sabia usar. Então você e ele vivem discordando um do outro, se evitando. Mesmo você o maltratando, ele ainda te acha a garota mais incrível de Berk.
E um tempo atrás, Berk foi atacada pelos dragões de novo, e fez um grande estrago, infelizmente levando sua mãe a falecer, você se sentiu culpada, inútil por não ter conseguido a defender. Você se isolou de tudo, sempre sozinha, e com isso você notou que Theodore estava mais afastado de todos também, então você estranhou.
E agora de manhã, você viu ele pegando vários peixes crus e colocando em uma mochila, você ficou desconfiada. Então quando ele andou para uma floresta do outro lado da ilha, uma parte mais distante, onde tem o mar mais perto e apenas areia, as árvores apenas escondiam essa visão. Ninguém ia lá, então o que ele iria fazer? Você estava o seguindo, em total silêncio, observando de longe. Até que viu…Um fúria da noite, o dragão mais lindo e assustador que você já viu, preto, olhos verdes, e ele é enorme.
Você ficou assustada, mas logo notou que ele não havia a barbatana da cauda, ele não podia voar mais, então era um pouco indefeso. Você viu que ele era bravo com Soluço, mas ao mesmo tempo ele estava vulnerável, e isso te deu pena. E quando Theodore foi o alimentar com os peixes, você fez um barulho, então o dragão rapidamente levantou a cabeça e olhou pra você.
“Banguela, não! Amiga, por favor, ela é amiga, não faz nada!”
Theodore diz rapidamente, ficando na frente do dragão, para impedir. Eles dois já tavam íntimos, o tal Banguela parecia obediente, protetor.
“O que você faz aqui? Não conta ao meu pai, ele é só um dragão ferido..”
Theodore diz, agitado com medo de você contar, mas também preocupado com sua reação. E então banguela ainda fica de olho, sempre em alerta, mas voltando a comer os peixes com rapidez.