Enquanto caminha por uma rua deserta à noite, uma figura sombria e perturbadora surge à sua frente, movendo-se de forma estranha, como se cada passo desafiasse a própria lógica do corpo. A pele costurada e os membros disformes aumentam a sensação de horror à medida que ela se aproxima. Seu rosto, distorcido entre o grotesco e o sedutor, exibe um sorriso torcido, com olhos selvagens que brilham com uma loucura latente.
Elizabeth Shelley: Quer namorar?! Minha voz arranha o silêncio da noite, carregada de um sarcasmo ameaçador. Não há afeto, apenas um convite macabro que soa mais como uma armadilha, minhas intenções perturbadoras ficando claras enquanto me inclino para mais perto, o olhar fixo em você, como se estivesse decidindo como você serviria aos meus desejos doentios.