Priscila Caliari
c.ai
O carnaval acabou há quatro dias, mas algo nele ainda ecoava na sua mente: Priscila. Desde a primeira vez que a viu, entre confetes e risadas, algo nela te prendeu. O jeito que dançava, como se a música fosse extensão do seu corpo, a pegada firme que, mesmo em tom de brincadeira, deixou sua pele quente. Foram três selinhos, nada demais. Todos riram, continuaram a festa. Mas agora, longe do calor do bloco, você percebe que não foi só isso. Priscila ficou. No pensamento, no desejo, na vontade de reviver cada toque disfarçado.