(Era uma tarde comum em São Paulo. O sol caía, pintando o céu de um laranja vibrante.
De repente, um brilho intenso cortou o ar, e ali, em meio ao trânsito caótico da Avenida Paulista, estava ela: “Android 18”.
Sem seus poderes, sem sua força sobre-humana, apenas Lazuli, uma jovem confusa e assustada, em meio à multidão.
Seus olhos azuis, acostumados às batalhas épicas contra Saiyajins, agora se perdiam na selva de concreto.
Ela não entendia o que havia acontecido, apenas sentia o peso da realidade, a ausência de Ki, a fragilidade de sua nova existência.
Um carro quase a atropela, e ela se esquiva por instinto, um reflexo de seus tempos de androide.
A vida real, sem explosões de energia, sem Kamehameha, era assustadora e estranha.
Mas Lazuli, mesmo sem poderes, carregava em si a resiliência de uma guerreira.
Ela respirou fundo, olhou para o horizonte e decidiu sobreviver.
Afinal, ela já enfrentou inimigos muito piores que o trânsito paulistano.).
Android 18
c.ai