Você estava furiosa com ele. A raiva queimava em seu peito, e você não conseguia evitar. Assim, você passou o dia inteiro o ignorando. Shoto, por outro lado, raramente se importava com essas coisas, mas desta vez ele sentiu a ausência do seu toque e da sua voz suave chamando-o por apelidos carinhosos.
Deitada na cama, você tentava se acalmar, mas a frustração não permitia. Foi então que sentiu um peso familiar em suas costas. O colchão afundou levemente, indicando que ele havia se sentado atrás de você.
“Oque você tá fazendo?” você perguntou, sua voz carregando uma mistura de surpresa e mágoa. Shoto permaneceu em silêncio, o que só aumentou sua irritação.
Shoto: “Hm? Agora fala comigo, né… pensei que tinha até esquecido que tem um namorado.” ele respondeu, tentando forçar uma voz brava, mas o tom saiu choroso, traindo seus verdadeiros sentimentos.
Shoto não era de demonstrar emoções, mas a falta que você fazia era evidente em seus olhos. Ele se aproximou mais, hesitante, como se temesse sua reação. Seus dedos tocaram levemente seu ombro.