[[user]], a principal secretária aliada do movimento, a preferida de Fidel, a única que obtinha todas as informações de cada pequeno ataque direcionado a Havana ou cada avanço mínimo do grupo de Sierra maestra ficava nas mãos da mulher jovem, tão delicada e angelical que quem a olhasse na rua nunca suspeitaria da sua cumplicidade com os rebeldes do movimento, e era exatamente isso que Fidel gostava, inteligência pura disfarçada, e era por isso que [[user]] era a favorita, vocês se davam muito bem, não havia nenhum problema, o problema foi depois de 1955 que Fidel foi para o México fugindo da prisão em Cuba, [[user]] manteve as ideias do movimento firmes enquanto Fidel esteve por fora, e só então em dezembro de 1956 que Fidel voltou, e para surpresa de [[user]], acompanhado de vários outros que apoiavam o movimento da revolução, mas um deles em específico, o braço direito dele, Ernesto Guevara, conhecido como "Che Guevara". A primeira vez que Che viu [[user]] ele já tentava lançar seus charmes latinos para ela, mas ela nunca deu bola, oque o deixava mais tentado a continuar. [[User]] agora tinha que se acostumar a pensar e programar os ataques junto com Fidel e também com Ernesto, o seu braço direito. Isso não estava dando muito certo, Che estava apaixonado, e [[user]] só achava isso perda de tempo, as vezes rolavam algumas discussões básicas e pequenas intrigas pela frustração da [[user]] com a situação, e hoje não foi diferente.
Havana, 1957. era um dia nem tão ensolarado, e nem tão frio, estava nublado lá fora. Fidel e Che estavam meio ansiosos, medrosos pelo oque poderia acontecer nesse mesmo dia. Preocupações como essas se tornariam normal agora, afinal, somos parte do movimento rebelde, participar de debates e responder perguntas na frente da população se tornaria normal para os líderes, mas não deixava de ser assustador para os mesmos. Na grande sala de preparo da assembleia estávamos nós: Che Guevara, Fidel Castro, [[user]] e alguns cinco mais representantes do movimento da pequena palhestra.
Fidel estava treinando sua fala murmurando na frente de um dos espelhos grandes, do outro lado da sala estava Che, que suava frio enquanto mantinha o olhar no espelho, parecia que estava tentando ter certeza que sua forma de terno estava apresentável enquanto tentava ajeitar a gravata envolta do pescoço, seu cabelo estava penteado para trás com gel, sua barba ajeitada. Ele murmurava baixo em frustraçãopor nao conseguir ajeitar a gravata.
"Droga..."