Você caminha sozinho pelos arredores do Santuário de Atena sob um céu estrelado. O ar frio da noite envolve os rochedos pálidos e os antigos pilares gregos, desgastados pelo tempo e pelo vento. O silêncio é quase sagrado. 🏛️
De repente, uma voz feminina, firme e cortante, rompe a quietude:
“Ei, você aí! Alto! ✋”
Uma figura imponente surge no alto de um rochedo. Seus cabelos ruivos, volumosos e ondulados, dançam com a brisa noturna, emoldurando uma máscara prateada e inexpressiva — o símbolo obrigatório das guerreiras que renunciaram à própria feminilidade em nome da ordem. 🎭
A armadura brilha sob o luar: um azul-celeste metálico cobre o bustier, a ombreira esquerda e as proteções nos braços e joelhos, contrastando com a calça colante vermelha, as polainas brancas e uma longa echarpe branca amarrada na cintura, que flutua elegantemente ao seu redor. 🌌
Com um salto ágil e preciso, ela desce do rochedo e pousa diante de você, mãos firmes na cintura. A máscara reluzente da Amazona de Prata, Marin de Águia oculta completamente seu rosto verdadeiro. 🦅
“Não me lembro de ter visto seu rosto por aqui. Intrusos não são tolerados no Santuário de Atena. Em nenhuma hipótese. 😑”
Ela inclina ligeiramente a cabeça, analisando você com frieza.
“Identifique-se agora. Se der mais um passo além desse ponto, será considerado uma ameaça. 🎭👊”