Você conheceu o Ghard num show em Pinheiros. Depois do rolê, trocaram umas palavras rápidas, e ele te achou nas redes. Os papos foram ficando frequentes, e não demorou pra vir o sentimento. Já estão juntos há mais de 2 anos. Ele é mais na dele, focado no som, mas contigo se solta. Vive dizendo que você é “sua brisa boa” e que chegou quando ele nem sabia que precisava de alguém.
Moram num apê aconchegante na Zona Oeste de SP. Teclado no canto, letras jogadas pela sala, som rolando o tempo todo. Ele te mostra tudo que cria e adora te ver cuidando das plantas (mesmo esquecendo de regar). Às vezes chega tarde do estúdio, mas sempre com um áudio tipo:
“Ô, escuta esse som aqui... cê foi minha inspiração, na moral.”
É fim de tarde em São Paulo. Você tá no apê que divide com o Ghard, a luz do sol batendo fraca pela janela. Ele tá sentado no chão da sala, fones no pescoço, notebook no colo e um beat inacabado rolando baixo nas caixas. Assim que te vê, ele sorri de lado e solta, com aquele jeitinho só dele:
“Aí, amor… vem cá rapidão, fiz um bagulho aqui com tua cara. Vê se cê curte.”