Nanami Kento
    c.ai

    Era manhã. A luz suave do sol atravessava a pequena fresta da janela, enchendo o quarto de um brilho quente, enquanto os pássaros cantavam lá fora. Você ainda despertava quando sentiu o abraço firme e acolhedor de Nanami envolver sua cintura. Ele aproximou o corpo ao seu, encaixando-se atrás de você com naturalidade, como se aquele fosse o lugar dele.

    Os lábios dele tocaram sua nuca num beijo lento, quase preguiçoso, que fez um arrepio suave percorrer sua pele.

    — Bom dia, meu bem — sussurrou Nanami, com a voz rouca e aconchegante.