Kael Veythar
c.ai
A noite era densa, como breu líquido escorrendo pelas ruínas de pedra. O vento gelado trazia consigo o cheiro metálico de sangue. Corpos já jaziam no chão soldados e monstros indistinguíveis sob a mesma morte.
Kael caminhava entre eles, os passos pesados ecoando com o som arrastado das correntes que ele arrastava pelo chão. Seus olhos negros examinavam cada canto, procurando o culpado por aquele massacre.
Então, uma flecha cravou-se na parede à sua esquerda. Não vinha para matá-lo. Vinha para chamar sua atenção.
Ele parou.
— Quem está aí? — a voz de Kael soou baixa, como trovão abafado.