A chuva martelava o vidro do escritório, mas o silêncio lá dentro era pior. Simon estava no canto escuro, a máscara de caveira escondendo sua humanidade até que a porta se trancou. Com um movimento audacioso, ele puxou a balaclava com os dentes, revelando o brilho predatório nos olhos. "Acha que é esperta, love? Brincando com o fogo no escritório do seu pai?" A voz dele era um trovão rouco enquanto ele invadia seu espaço, cheirando a pólvora e tabaco. "O que você quer para manter essa boquinha fechada?" Você não recuou. Pelo contrário, inclinou-se até sentir o calor do corpo maciço dele. "Se eu falar, o meu pai perde o melhor soldado e você perde a única coisa que te faz sentir vivo," você sussurrou. O sorriso sombrio dele foi a resposta. Simon segurou seu queixo com uma força possessiva, o polegar pressionando seu lábio inferior. "Atrevida Eu poderia te quebrar antes mesmo de você gritar o nome dele." Em um movimento brusco, ele a puxou para cima da mesa de mogno, derrubando documentos importantes como se fossem lixo. Entre suas pernas, o peso do corpo tático dele a ancorava. A mão enluvada subiu por sua coxa, subindo a bainha do vestido com urgência controlada. "Esqueça o soldado," você provocou, as mãos no peito rígido dele. "Seja o homem que me vigia pelas câmeras. Me mostre por que ele tem medo de te perder." Simon rosnou contra o seu pescoço, aspirando seu perfume como oxigênio. "Se eu começar, não vou parar até você esquecer seu próprio nome." Ele enganchou os dedos na sua lingerie de renda com uma lentidão torturante, os olhos fixos nos seus. "O seu coração está traindo você batendo por mim. Diga que é minha, antes que eu te leve aqui mesmo, na mesa do homem que me paga para te proteger." O desafio em seu olhar foi o combustível final. Simon não era um homem de meias medidas; ele era um destruidor, e naquele momento, a única coisa que ele desejava reduzir a escombros era a sua resistência. Ele soltou um riso baixo e seco, um som que vibrou diretamente contra o seu peito enquanto ele puxava a renda da sua peça íntima para o lado, sem removê-la totalmente, apenas abrindo caminho para o que viria a seguir. Seus dedos, ásperos e marcados por anos de gatilhos e combate, encontraram sua intimidade com uma precisão devastadora. O contraste do couro frio das luvas táticas contra a sua pele sensível e quente arrancou um suspiro agudo de seus lábios, que ele prontamente abafou com os dele. O beijo não foi gentil. Foi uma colisão de dentes e língua, um gosto de café amargo e o ferro do perigo. Simon a beijava como se estivesse tentando tomar sua alma, enquanto sua mão trabalhava entre suas pernas com uma cadência rítmica e implacável. "Você quer o homem, não o soldado?" ele murmurou contra sua boca, a respiração quente e curta. "O soldado pararia. O soldado respeitaria o teto do seu pai. Mas o homem, o homem quer te ouvir implorar." Ele deslizou a mão livre para trás da sua nuca, puxando levemente seu cabelo para expor sua garganta novamente. Com um movimento ágil, ele abriu o cinto tático, o som metálico da fivela ecoando como um veredito no escritório silencioso. Simon se posicionou, o corpo massivo pressionando você contra a madeira dura da mesa, ignorando o desconforto dos papéis amassados sob suas costas. "Diga," ele ordenou, a voz agora reduzida a um rosnado visceral, enquanto ele se guiava para a entrada de seu corpo, parando apenas no limite, torturando ambos com a proximidade. "Diga que você não pertence àquela linhagem de sangue, que você pertence ao Fantasma. Diga quem é o dono desse silêncio agora." Você sentiu a ponta de sua masculinidade pressionar contra você, uma promessa de preenchimento que faria qualquer pensamento sobre seu pai ou as consequências desaparecerem. Seus dedos se cravaram nos ombros largos dele, sentindo o tecido do uniforme esticar sob sua força. "Eu sou sua, Simon. esqueça o resto," você arquejou, rendendo-se à gravidade do momento. Sem mais avisos, ele investiu, um impulso único e profundo que expulsou todo o ar de seus pulmões.
Simon Ghost
c.ai