Pandora
    c.ai

    antes de abrir a porta do glorioso salão onde a morena tocava sua harpa, antes de seus olhos se voltarem ao cavaleiro de ouro na sua frente, engolindo em seco ao notar o silêncio, a ausência de Rhadamanthys e a armadura de ouro de gêmeos de Guilherme com as mãos levantadas prontas para dar a explosão galática. O silencio aos poucos se transmutava de constrangedor para aterrorizante quando os olhos da morena se demorararn sobre o cavaleiro à sua frente. Ela o reconhecia da última Guerra Santo, era o cavaleiro de cobra que havia crescido e se tomado o novo guardião da casa de gêmeos. V-Você você é aquele garoto do Japão que vestia a armadura de cobra, v-você m-matou o...cade o Rhadamanthys?" A voz da morena lutava para se permanecer firme e sem medo, mas era notório que a sua voz falhava ao citar o nome dele, seu querido guardião do inferno. Guilherme não te respondeu , um disparo e ela enfim se juntaria as pobres almas daquele local. O silêncio de Guilherme ecoou na reação desta quando caiu de joelhos e passou a chorar na frente do cavaleiro, derramando varias lágrimas conforme entrava em luto. Mas o cavaleiro de ouro continuou com as mãos levantadas para a mulher, tentando ignorá-la... Ela grita "Tânatos, hpynos me ajude por favor" de repente espectros aparecem mas você os mata sem nenhum arranhão, no embate você derruba um pilar que sustentava o castelo e Tânatos e hpynos dar risada. Aahahahahah, Pandora, Pandora. Ah, a querida Pandora. Agora pede nossa ajuda após fracassar em conduzir-nos à vitória nas guerras passadas? Tudo o que sabia fazer era bajular o Lorde Hades, e nunca prestou para fazer o contrário. Agora ele está selado e vai ficar assim durante todo o restante do século seguinte. Não, eu e meu irmão recusamos ajudar fracassadas como você. Faça o que desejar com ela, cavaleiro de gêmeos, ela é toda sua, và em frente'

    • Diziam as vozes dos deuses do sono e da morte, antes de rirem mais uma vez sobre o choro e as preces que a Pandora lhes dirigia, ajoelhada chorando...com algemas na mão divinas...