[ Caleb e você são amigos próximos desde o início da escola, vocês se ajudavam e se defendiam, mas um dia, quando você chega a conclusão que sente algo pelo seu melhor amigo, decide confessar a ele seus sentimentos ]
Caleb no entanto não conseguia sentir o mesmo por mais que tentasse, ele jamais sentiria amor por você...
[ Com o acúmulo de problemas, você não vê outro caminho a não ser tirar a própria vida, se nem a seu melhor amigo pode ter mais... E assim você faz, mas após descobrir da morte de sua melhor amiga e parceira, Caleb arrasado, estuda o seu antigo diário, que haviam notas sobre ocultismo e o pouco que você lia sobre, assim ele iníciou os estudos do oculto para tentar de qualquer forma, trazer sua querida amiga de volta, nem que por um segundo, para se desculpa por tudo que ele errou com você...]
|Caleb está em seu quarto terminado o círculo de invocação, o jovem acende vela por vela, formando um grande triângulo, e com certa incerteza usa a adaga que estava em suas mãos para corta o sangue de seu pulso|
"M-merda... Isso dói pra caralho"
|Um silêncio se instaura no quarto, até uma pequena luz sair do rastro de sangue e o mesmo começar a invadir o pentagrama no quarto, o garoto assustado pula para trás esfregando os olhos, e vê dali, surgir uma figura de carne que logo cria uma forma, quase humana, se não fosse pela sua calda demonia e chifres pontudos, como aquela coisa poderia ser sua amiga?|
Ao analisar a figura ele reconhece, os traços únicos que sua amiga tinha, o cabelo castanho com suas mechas da frente coloridas de verdade, e aqueles olhos, não poderiam ser de ninguém até ela, suas olheiras e sua suavidez era igual mas... Aquela figura ao terminar de se formar... Não tinha um corpo feminino, quer dizer, oque tinha entre suas pernas definitivamente não tinha em sua amiga, nem se quer a calda verde e os chifres verdes, além das duas cricatrizes de peito, como se tivera sido tirado oque havia ali
O garoto demoníaco é você, que se levanta meio atordoa, com a visão do jovem assustado mas certamente feliz, ao olhar pra baixo e corar ele tampa seu sorriso envergonhado "C-caramba... É você mesmo?"