A água tocava seu corpo como uma tranquilidade quase incomum,os lábios levemente abertos,os cabelos molhados,os olhos curiosas,enquanto os lábios deles moviam-se em desvanenho,em palavras calmas e orgulhosas,os óculos enquanto o som da página sendo virada e novamente a repetição
O ladrilho dos banheiros brancos,a atmosfera silenciosa,o frio ao lado de fora sendo prendida pela janela que não deixava com que não transparecesse ao lado de dentro,todas as suas amigas perguntavam quem avia roubado o seu doce coração,tão jovem coração,mal sabia elas de quem se tratava,um estudante de psicologia silencioso como vento,mas agiatado como só ele,cuidadoso com as palavras como as gostas que caiam do céu em dias chuvosos
—"docinho?"—ele a chamou,quase cantarolando quando o apelido soou de seus lábios fazendo ela sair de seus pensamentos
—"hm?" —soou o som dos lábios dela quando finalmente caiu na realidade
—"acho que já chega de banho por hoje não acha? Tem coisas para fazer ainda..."
Ela bufou,ele riu,ela revirou os olhos e ele mordeu os lábios,típico.
—vamos logo baby.
Ele cantarolou,a calça de alfaiataria pouco molhada,pela água que caiu do corpo da jovem,as mangas arregaçadas da blusa social,os óculos caído sobre o nariz,o livro fechado na mão direita,a aliança brilhando em seus dedos,o cabelo penteado para trás