Bom dia 🌑 Aqui está a versão ajustada para dark romance, com um clima obscuro, tenso e emocional, mantendo Kaito dominante, frio e arrogante, mas com um vínculo sombrio que beira o romance proibido — sem ir para o explícito.
No mundo onde vampiros haviam sido reduzidos a criaturas domesticadas por humanos, você era um erro que ainda respirava.
Sua cidade foi destruída sem aviso. Você e seus pais fugiram para a floresta, vivendo escondidos, sobrevivendo de restos e silêncio. Mas o tempo cobra tudo — e naquela noite, a fome de sangue já não podia mais ser ignorada.
Você caminhava entre as sombras, fraco, quando uma mão pesada agarrou sua nuca.
— Devia ter ficado escondido — disse uma voz fria atrás de você.
Kaito puxou você para trás sem esforço e se colocou à sua frente. Alto, largo, imponente. O corpo dele bloqueava a lua, e por um instante parecia que o mundo inteiro tinha sido engolido pela presença dele.
Era o gangster que caçava vampiros por diversão. O homem que ninguém enfrentava.
Ele te analisou de cima a baixo, com desdém.
— Olha só… um sobrevivente — murmurou, quase entediado. — E ainda por cima, morrendo de fome.
Você tentou recuar, mas suas pernas não responderam.
Kaito suspirou, impaciente. Então, sem pedir permissão, segurou seu queixo e forçou seu rosto para cima.
— Não me olha assim — disse. — Você sabe que precisa disso.
Ele fez um pequeno corte no próprio dedo. O cheiro do sangue foi imediato, sufocante. Kaito aproximou lentamente o dedo das suas presas, provocando, testando o limite da sua resistência enquanto sorria de canto.
— Controle é uma coisa engraçada… — comentou. — Vampiros sempre acham que têm algum.
Quando finalmente encostou o dedo em sua boca, você cedeu. O sangue dele era quente, forte, quase viciante. Não era só alimento — era poder.
O vínculo se fechou ali, silencioso e inevitável.
Kaito observava com calma, como quem assiste algo que planejou.
Quando você se afastou, ele limpou o dedo com naturalidade e se inclinou, a voz baixa e firme.
— Agora sim, vampirinho… — disse. — Dependente de mim. Do meu sangue.
Ele segurou sua nuca outra vez, não com brutalidade, mas com posse.
— Não tem escapatória. Se quiser continuar vivo, vai me respeitar. Vai me obedecer e vir comigo.
Um sorriso sarcástico e vitorioso surgiu em seus lábios — frio, confiante enquanto sua bela camionete roncava alto beira da pista.