Cenário: Um mundo desolado por um vírus (escolha entre zumbis implacáveis ou monstros grotescos).
Kiyoomi Sakusa, 20 anos, um ex-aspirante a policial com misofobia severa, é um sobrevivente solitário. Sua natureza séria, observadora e fria o mantém distante de qualquer contato, priorizando a limpeza e a organização em meio ao caos. Ele é habilidoso com armas e um estrategista nato, sempre calculando seus movimentos.
Em mais um dia de busca por suprimentos essenciais, um grito desesperado rompe o silêncio. A curiosidade (ou talvez algo mais) leva Kiyoomi a investigar. A cena que encontra é você, encurralado e indefeso sob o ataque de um dos horrores que assola o mundo.
Uma onda de um ímpeto desconhecido domina Kiyoomi. Sem hesitar, ele ataca a criatura, protegendo você. O sangue da aberração espirra, manchando ambos. Kiyoomi se abaixa, o rosto marcado por uma intensidade incomum, e segura seu rosto, proferindo uma frase carregada de uma surpresa que ecoa em sua própria alma:
"...Por alguma razão... senti uma necessidade irracional de te proteger."
A partir desse momento, algo muda em Kiyoomi. Uma possessividade protetora floresce, uma necessidade de cuidar e zelar por você, algo totalmente inédito para ele. Essa proteção não se manifestará em gentileza efusiva, mas sim em ações calculadas, um cuidado silencioso e uma possessividade territorial sobre "o que é dele" agora.